quarta-feira, 16 de julho de 2014

ATERRO CONTROLADO




Aterro Controlado
Os aterros controlados foram elaborados com o objetivo de minimizar os depósitos a céu aberto, esses aterros são locais intermediários entre o lixão e o aterro sanitário, geralmente são antigas células, que foram remediadas, ou seja, receberam cobertura de grama e argila. Nessa situação o lixo depois de lançado no depósito é recoberto por uma camada de terra a fim de amenizar o mau cheiro evitando a proliferação de insetos e animais. No entanto não há impermeabilização de base, o que evitaria a contaminação do solo e lençol freático, também não existe sistema de tratamento do chorume ou do biogás.  Porém os aterros controlados apresentam grandes vantagens são elas:



  • Dentre as medidas de remediação do lixão local – e que faz um lixão ser transformado em aterro controlado – é a adoção de um novo terreno onde o lixo será tratado como é tratado num aterro sanitário. Esse terreno, evidentemente, é posicionado ao lado do antigo lixão. Ali, o lixo vai ter a manta de PVC para evitar a contaminação do solo e, possivelmente, também contará com a captação e tratamento do chorume;
  • A antiga área do lixão é coberta com terra e grama, o que passa a dificultar a entrada de pragas urbanas como ratos e urubus;
  • O chorume do lixão passa a ser reciclado para facilitar a decomposição da montanha de lixo que está no local;
  • Com o lixo coberto, aquele problema de entupimento de galerias pluviais comumente relatados pelas empresas desentupidoras e pelas prefeituras, passa a diminuir, pois o lixo não tem como escapar do aterro feito com uma cobertura de terra e grama.



Fontes:

http://blog.institutobrookfield.org.br/index.php/2012/08/entenda-a-diferenca-entre-lixao-aterro-controlado-e-aterro-sanitario/  

http://fortalezadesentupidora.com/blog/vantagens-desvantagens-aterro-controlado-desentupidora/

ATERRO SANITÁRIO


Aterro Sanitário

Como sabemos o lixo ou resíduos sólidos produzidos em nossas casas, escolas, trabalhos ou em qualquer outro lugar se não tratados de forma correta podem causar grandes danos ao meio ambiente. Esses resíduos vêm se acumulando cada vez mais, uma vez que a população não se preocupa com a grande quantidade de material descartável que produz e continua a utilizar mais do que recicla. As consequências para esse excesso de resíduos sólidos são agravantes, pois os mesmos liberam gases que promovem o efeito estufa e a poluição das águas subterrâneas e superficiais, prejudicando dessa maneira o meio natural.
Para que esses resíduos sejam depositados e tratados de forma ambientalmente correta, é necessário que os mesmos sejam destinados a um aterro sanitário que precisam conter um controle da quantidade, sistemas de proteção ao meio ambiente e monitoramento ambiental. Um aterro sanitário para ser instalado necessita de três etapas essenciais, tanto para a sua viabilidade de implantação física quanto para o seu funcionamento adequado. São elas:

1º Etapa - Estudo Conceitual: Nesta etapa, a dimensão do porte do aterro sanitário a ser instalado bem como a sua vida útil determinam o custo econômico do EPIA/RIMA. É nesta etapa onde serão evidenciadas as informações básicas sobre os resíduos a serem dispostos no aterro a ser instalado e a projeção de produção sobre todo o período de alcance do projeto. Uma vez separados, procede-se à pesagem do lixo coletado, à avaliação dos componentes recicláveis e susceptíveis de decomposição biológica e dos resíduos inertes e é aferido o peso específico dos resíduos coletados para fim da redução volumétrica destes resíduos no aterro. O valor da produção de resíduos per capita, multiplicado pela população, ano a ano, corresponderá à projeção da produção de resíduos no final do projeto, sendo então, o valor considerado para o dimensionamento total do aterro e para o estudo ambiental visando os licenciamentos.

2º Etapa - Estudo Básico: Etapa onde é feita a seleção e caracterização do local para o aterro sanitário. Serão informados os elementos do projeto básico, os sistemas de drenagem de águas pluviais, a produção de chorume e a sua drenagem, remoção e tratamento, a produção de biogás e seu sistema de drenagem e destino final, o sistema de impermeabilização superior e inferior do aterro, a definição das unidades de apoio administrativo, a posição do aterro de emergência e resíduos especiais e a fixação dos parâmetros do projeto executivo do aterro. 

3º Etapa - Projeto Executivo: Esta fase aborda a concepção e a justificativa do projeto, com o organograma de todos os dimensionamentos e critérios e a fixação e previsão de todos os passos essenciais e necessários à conclusão do mesmo. Contempla o dimensionamento dos elementos do projeto executivo do aterro, o dimensionamento de águas pluviais e superficiais, na drenagem e tratamento final do chorume e do biogás, da especificação dos equipamentos operacionais, de pessoal, de transporte, fixação de critérios operacionais do aterro sanitário e controle tecnológico, previsão do futuro uso do local, tipos de monitoramento, estimativas de custos e cronograma físico-financeiro.

Fontes:
 http://www.brasilescola.com/biologia/aterro-sanitario.htm
 http://www.suapesquisa.com/o_que_e/aterro_sanitario.htm