terça-feira, 29 de outubro de 2013

Doença Falciforme

Umas das doenças hematológicas muito conhecida é a Anemia Falciforme, também chamada de drepanocitose ou siclemia. Esta é uma doença hereditária que causa destruição crônica das células vermelhas (hemácias, ou eritrócitos) do sangue. É uma doença muito comum em pessoas da raça negra. Pessoas com essa doença herdaram genes para um tipo de hemoglobina (hemoglobina S), esta hemoglobina submetida a baixas quantidades de oxigênio, cristaliza-se e perde a sua forma normal, tornando se uma hemácia rígida e com a aparecia de uma foice, por isso o nome falciforme. Essas hemácias em formato de foice não conseguem atravessar os vasos sanguíneos do corpo facilmente bloqueando assim, o fluxo de sangue e diminuindo o suprimento de oxigênio aos tecidos e órgãos.


(a) Hemácia normal, (b) Hemácia de um portador de Anemia Falciforme

Fonte: http://www.infoescola.com/doencas/anemia-falciforme/

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Anemia Megaloblástica



Neutrófilo hipersegmentado característico da anemia megaloblástica
A Anemia Megaloblástica é uma doença causada por distúrbios na insuficiência da síntese de DNA, caracterizada por células megaloblásticas presentes na série eritróide, as células apresentam – se grandes com o núcleo imaturo e com o citoplasma em hemoglobinização. Neste tipo de anemia podem ser observadas alterações como a neutropenia e a trombocitopenia e com frequência também são observadas hipersegmentação de neutrófilos (pleocariócitos). Habitualmente observam-se eritrócitos com acentuada variação de tamanho e forma, consequentemente é comum o achado de macrocitose que corresponde a eritrócitos grandes e ovais.

Artigo completo no link abaixo
http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/17277/anemia-megaloblastica#ixzz2j36v2BZr

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Tecido Conjuntivo Propriamente Dito

Tecido conjuntivo propriamente dito apresenta-se abundantemente distribuído no corpo humano, é o tecido que faz a estruturação e o suporte, estes são divididos em frouxo e denso. O frouxo da suporte as estruturas, estas estão sujeitas a pequenos atritos e pressão, são encontrados preenchendo espaços entre células, suportando células epiteliais, em torno dos vasos sanguíneos e nas membranas serosas. O denso contém a mesma composição que o frouxo, com uma quantidade de células menor, porém com muitas fibras colágenas, dessa maneira oferece mais resistência e proteção ao tecido. Ele também é menos flexível e mais resistente à tensão.

Observe abaixo exemplos de lâminas de tecido conjuntivo frouxo e denso. 


Tecido Conjuntivo Frouxo, tecido Conjuntivo Denso não modelado

Este corte de pele palmar mostra o epitélio estratificado apoiado em tecido conjuntivo frouxo (seta) seguido de denso não modelado (barra). Pode-se perceber nitidamente a diferença entre o aspecto dos dois tipos de tecido conjuntivo pela aparência de ambos. No caso do conjuntivo frouxo ocorre um equilíbrio na frequência dos componentes do tecido. Entretanto no denso não modelado a quantidade de fibras colágenas organizadas em várias direções se sobressai aos núcleos e ao material amorfo. As fibras colágenas se salientam no tecido pela acidofilia conferida as mesmas neste preparado.






Tecido Conjuntivo Denso modelado (Tendão)

A lâmina mostra as fibras colágenas ordenadas paralelas entre si numa única direção. Entre os feixes de fibras colágenas estão os fibroblastos e fibrócitos. Para diferenciar estas duas células observa-se atentamente a coloração e a forma dos núcleos. Quando a cromatina mostra-se bem condensada, ela cora-se em roxo intenso e apresenta-se pouco volumosa. No caso do fibroblasto que possui um núcleo menos compacto caracterizado como vesiculoso a cromatina é mais frouxa e, menos corada. Técnica HE.




Epitélio de Revestimento - Proteção


O tecido epitelial origina – se com todos os outros, porém desempenha funções de revestimento e glandulares. O tecido epitelial de revestimento caracteriza – se pela justa posição das suas células contendo pouca substância intercelular, sendo um tecido desprovido de vasos sanguíneos e nervos. Suas funções são de revestimento interno e externo, proteção, transporte, absorção de substâncias e percepção de sensações. Pode ser classificado como simples ou estratificado, dependendo do número de camadas, o epitelial de revestimento simples é formado por uma única camada e classifica – se em pavimentoso, cúbico e prismático. Já o tecido estratificado apresenta várias camadas e classifica – se em pavimentoso, prismático e de transição. E por último existem os pseudo-estratificados, chamados assim, por da uma falsa impressão de existir várias camadas de células, enquanto só existe uma este tipo de epitélio pode ser encontrado na traqueia  fossas nasais e brônquios.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=_Gs6hHD79zw

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Células Tronco - Células Promissoras


As células-tronco, células-mães ou células estaminais são células que possuem a capacidade de se dividir dando origem a duas células semelhantes às progenitoras. São responsáveis pela formação do ser humano e por originar novas células para substituir aquelas que estão morrendo. Existem dois tipos de células tronco: as adultas e as embrionárias, as adultas são utilizadas para diversos tipos de tratamento, no entanto as embrionárias ainda geram uma questão ética na sociedade, deixando assim de ser utilizadas em vários momentos, estas são classificadas como totipotentes ,pluripotentes e multipotentes. As células tronco podem ser retiradas em diferentes fases do desenvolvimento humano, a maioria das células tronco embrionárias são retiradas de embriões gerados na fertilização in vitro. Diferente do embrião o organismo adulto possui uma pequena quantidade de células tronco em vários tecidos e órgãos, essas células são originadas a partir das três camadas germinativas do embrião na fase gástrula. As células adultas são mais raras e difíceis de serem cultivadas do que as embrionárias. Muitas foram as polemicas relacionadas ao uso de células troncos, tanto em discussões religiosas, politicas, éticas e culturais. O uso de terapias com células tronco existe a mais de 40 anos e vem sendo cada vez mais utilizado pela medicina. 

Infertilidade: Incapacidade de conceber um Filho

A infertilidade é a incapacidade de gerar um filho, após pelo menos um ano de tentativa, sem qualquer método contraceptivo, tendo relação sexual regular. Alguns casais não tem nenhum problema em engravidar, mais apresentam perdas recorrentes o que também é considerada um tipo de infertilidade.

85% dos casais conseguem uma gravidez após um ano e meio de tentativas, no entanto 15% dos casais após esse período irão precisas de assistência medica especializada. Genericamente a mulher contribui com 40% das causas de infertilidade e o homem também com 40%, os 20% restantes são de causas mistas.

A infertilidade humana não atinge 100% ao mês, pois sabe – se que nós somos umas das espécies mais inférteis da natureza, tendo apenas 20% de chance de uma gravidez (por ciclo fértil). Atualmente com os avanços da medicina, muitos são os tratamentos para a infertilidade, tornando assim, a gravidez possível para um grande número de casais.

É importante ressaltar que a escolha do tratamento dependerá da causa da infertilidade, que será obtida após ser feita um série de exames e principalmente a idade da mulher, pois esse é o fator mais importante para o sucesso de qualquer tratamento de infertilidade.


Fonte: http://www.pro-criar.com.br/infertilidade

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Desenvolvimento Embrionário do Anfioxo

O ovo do anfioxo é oligolécito, ou seja, possui pequena quantidade de vitelo uniformemente distribuída pelo citoplasma. No inicio da clivagem o ovo apresenta três regiões: o polo animal, polo vegetal e o crescente mesodérmico. A primeira clivagem é meridional dividindo o ovo em dois blastômeros iguais, a segunda clivagem resulta em quatro blastômeros e também é meridional, sendo perpendicular a primeira e a terceira clivagem é equatorial suprajacente ao crescente mesodérmico, resultando assim oito blastômeros, em duas camadas. As clivagens seguintes alternam-se em meridional e equatorial. Ate aqui a clivagem é total e igual, pois divide o embrião em blastômeros de mesmo tamanho sendo do tipo bilateral.


O vídeo a seguir mostra detalhadamente  todo esse processo 


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Processo de Gastrulação



Este vídeo mostra o processo de gastrulação que ocorre através da invaginação nos tecidos do embrião formando assim, os folhetos embrionários. Em humanos ocorre durante a terceira semana após a fecundação e da origem a três folhetos germinativos: endoderma, mesoderma e ectoderma, que são denominados como triblásticos. A gastrulação inicia se com a formação  da linha primitiva que é desenvolvida na extremidade caudal do embrião, isto se dá pela proliferação e migração de células do epiblasto para o plano mediano do disco embrionário. Não só a linha primitiva, mais também a placa pré - cordal e a notocorda surgem nesse período e são de fundamental importância para a formação do embrião. O processo notocordal surge de células que ingressam pela fosseta primitiva se estendendo em direção cefálica até a placa pré - cordal dando a origem a notocorda que constitui o eixo primitivo do embrião. A notocorda induz a formação da placa neural.
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=Q2IVD1Fe-OU

terça-feira, 8 de outubro de 2013

GAMETOGÊNESE - FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS GAMETAS

A perpetuação da espécie não seria possível se não houvesse a reprodução, é através dela que se dá o processo de continuidade da vida. Os gametas são os responsáveis em transferir os genes para as gerações futuras. Para o estudo da embriologia é de fundamental importância que se conheça todo o processo pelo qual os gametas são produzidos, a esse processo da – se o nome de gametogênese.  A gametogênese humana se dá pela formação dos oócitos secundários e espermatozóides. A gametogênese feminina é chamada de ovogênese e a masculina de espermatogênese em linha geral essas seguem as mesmas etapas. 
A gametogênese é caracterizada por três etapas diferentes denominadas multiplicação (mitose), crescimento e maturação (meiose), que se distinguem em vários aspectos na espermatogênese e na oogênese.
Ovogênese  inicia-se no interior dos folículos ovarianos, que são as unidades funcionais e fundamentais dos ovários, enquanto que espermatogênese ocorre nos túbulos seminíferos dos testículos.
A gametogênese feminina diferencia-se da masculina como por exemplo:  na ocorrência do processo ao longo da vida do indivíduo, no número de gametas formados, nas etapas de multiplicação, crescimento e maturação, assim como nas diferenciações e maturações citoplasmáticas e nucleares dos gametas masculinos e femininos.
Através da gametogênese a natureza propiciou a fertilidade e a possibilidade de gerar filhos a casais de diferentes espécies que se reproduzem sexuadamente, inclusive a espécie humana. Se houver falhas e não for possível realizar a fertilização por algum motivo, seja oligospermia, teratozoospermia, astenoospermia, azoospermia, ou distúrbios da ovulação, endometriose, fatores tubários, esterilidade sem causa aparente, casais podem recorrer às tecnologias de reprodução assistida como inseminação intra-uterina, fertilização in vitro, injeção intra-citoplasmática de espermatozóides, e de maturação oocitária in vitro para chegarem a reprodução.






quinta-feira, 20 de junho de 2013

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Insulina é o hormônio da saúde


A insulina é um hormônio sintetizado no pâncreas, que promove a entrada de glicose nas células e também desempenha papel importante no metabolismo de lipídeos e proteínas. Existem algumas patologias relacionadas à função da insulina no corpo, como: diabetes, resistência à insulina e hiperinsulinemia.



Conheça agora um pouco mais sobre a importância deste hormônio para nossa saúde.


Atuação no organismo

Os carboidratos que ingerimos através dos alimentos (pão, massas, açúcares, cereais) são mais rapidamente convertidos em glicose quando precisamos de energia. Entre as refeições, o fígado libera a glicose estocada para a corrente sanguínea e dessa forma mantém os níveis normais de glicose no sangue.

Para a glicose penetrar em cada célula do corpo é necessário que haja insulina circulante, que faz com que o hormônio chegue aos receptores de insulina nas células.

Quando a glicemia (taxa de glicose no sangue) aumenta após uma refeição, a quantidade de insulina também aumenta para que o excesso de glicose possa ser rapidamente absorvido pelas células.

Alguns estudos verificaram que a insulina tem uma função essencial no sistema nervoso central para incitar a saciedade, aumentar o gasto energético e regular a ação da leptina, que é um hormônio também relacionado à saciedade (Schwartz, 2000).
Os níveis de insulina aumentam proporcionalmente com o grau de obesidade. Com isso, muitas pessoas obesas demonstram resistência à insulina, diabetes e outras doenças associadas. Estas sequelas podem usualmente ser corrigidas com a redução de peso.

Veja a seguir como age a insulina em algumas patologias:

Diabetes tipo I

As células do pâncreas são incapazes de produzir insulina e se não há insulina circulante a absorção de glicose fica prejudicada e ocorre o aumento de glicose no sangue. Neste caso é necessário injetar insulina subcutânea para que possa ser absorvida pelo sangue.

Diabetes tipo II

As células musculares e adiposas são incapazes de utilizar toda a insulina secretada pelo pâncreas. Assim, a glicose no sangue é pouco aproveitada por essas células.

Hiperinsulinemia

Algumas das causas da hiperinsulinemia são: obesidade, sedentarismo e consumo elevado de carboidratos refinados, que provoca aumento de glicose no sangue e consequentemente aumento na produção de insulina.

Resistência à insulina

Ocorre dificuldade de penetração da glicose nas células e dessa forma é produzido mais insulina, já que este é o seu papel, levar glicose à célula, só que devido a essa dificuldade este hormônio não atua de forma ideal, não desempenha sua função por completo. Esse excesso de insulina pode gerar um estado de pré-diabetes ou diabetes mesmo.

O que podemos fazer?

Ter uma alimentação saudável, consumir alimentos de grupos variados, na quantidade adequada de acordo com a necessidade calórica de cada um, praticar exercícios físicos regularmente, pode contribuir e muito para que a insulina desempenhe seu papel de forma correta no organismo.

Fonte: http://cyberdiet.terra.com.br/insulina-e-o-hormonio-da-saude-12-1-12-52.html

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Fosforilação oxidativa - Cadeia transportadora de elétrons


Fosforilação oxidativa - Cadeia transportadora de elétrons


Este vídeo mostra a terceira fase da respiração celular compreendido pela fosforilação oxidativa dentro da cadeia transportadora de elétrons, onde os mediadores NADH e FADH2 lançam os elétrons complexos enzimáticos da cadeia transformando em ATP.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Entenda o metabolismo aeróbico x anaeróbico

Entenda o metabolismo aeróbico x anaeróbico

  

    Sistema ATP-CP

 
















O sistema ATP-CP é predominante em todas as atividades caracterizadas por alta intensidade e curta duração, tendo como fator de limitação o estoque intracelular de Creatina-fosfato, composto que armazena energia química nas ligações entre o radical fosfato (PO4) e a molécula de Creatina.
 
 
 
               
 
Metabolismo Anaeróbio

 




O Metabolismo Anaeróbico promove a ressíntese de ATP a partir da transformação de glicose até ácido láctico, numa seqüência de reações cujo rendimento energético equivale à energia para ressintetizar 2 Moles de ATP para cada Mol de glicose. A limitação da energia mobilizada depende da tolerância ao acúmulo de ácido láctico. Este sistema é responsável pela energia predominante nos exercícios intensos com duração mais prolongada.
 
 
      
Metabolismo Aeróbio
 
 
 
 





Metabolismo Aeróbio promove a ressíntese de ATP através da combustão de carboidratos e gorduras. O metabolismo de carboidratos e lípides forma Acetil-coenzima A que, no ciclo de Krebs das mitocôndrias, atua sobre o processo de descarboxilação. Os elétrons são transportados pela cadeia respiratória e captados por moléculas de oxigênio. Essa cadeia de eventos libera energia suficiente para ressintetizar 36 Moles de ATP por Mol de glicose. O fator de limitação desse sistema é o fluxo de moléculas de oxigênio para as mitocôndrias.
Fonte:http://www.clinicarevitalize.com.br/noticias/142-metabolismo-aerobio-x-anaerobio-fixacao

terça-feira, 4 de junho de 2013

 
Colesterol - O que é isto? 

Esta animação explica a função, a síntese e o transporte do Colesterol no organismo. Também descreve o papel do colesterol em doenças cardiovasculares.
Funções dos carboidratos no organismo:
 
 
1) Principal fonte de energia do corpo. Deve ser suprido regularmente e em intervalos freqüentes, para satisfazer as necessidades energéticas do organismo. Num homem adulto, 300g de carboidrato são armazenados no fígado e músculos na forma de glicogênio e 10g estão em forma de açúcar circulante. Está quantidade total de glicose é suficiente apenas para meio dia de atividade moderada, por isso os carboidratos devem ser ingeridos a intervalos regulares e de maneira moderada. Cada 1 grama de carboidratos fornece 4 Kcal, independente da fonte (monossacarídeos, dissacarídeos, ou polissacarídeos).
2) Regulam o metabolismo protéico, poupando proteínas. Uma quantidade suficiente de carboidratos impede que as proteínas sejam utilizadas para a produção de energia, mantendo-se em sua função de construção de tecidos.
3) A quantidade de carboidratos da dieta determina como as gorduras serão utilizadas para suprir uma fonte de energia imediata. Se não houver glicose disponível para a utilização das células (jejum ou dietas restritivas), os lipídios serão oxidados, formando uma quantidade excessiva de cetonas que poderão causar uma acidose metabólica, podendo levar ao coma e a morte.
4) Necessários para o funcionamento normal do sistema nervoso central. O cérebro não armazena glicose e dessa maneira necessita de um suprimento de glicose sangüínea. A ausência pode causar danos irreversíveis para o cérebro.

5) A celulose e outros carboidratos indigeríveis auxiliam na eliminação do bolo fecal. Estimulam os movimentos peristálticos do trato gastrointestinal e absorvem água para dar massa ao conteúdo intestinal.
6) Apresentam função estrutural nas membranas plasmáticas da células.


Digestão, absorção e metabolismo:
 
A digestão inicia-se na boca, a mastigação fraciona o alimento e mistura-o com a saliva. A amilase salivar ou ptialina (enzima) é ativada e começa a ser secretada pelas glândulas salivares, com isso inicia a degradação do amido em maltose. No estomago o pH ácido bloqueia a atuação as amilase impedindo sua ação. No entanto, até que o alimento se misture completamente com o suco gástrico, 30% do amido foi degradado em maltose.
No duodeno, a enzima amilase pancreática (produzida pelo o pâncreas), completa a digestão do amido em maltose. Já no intestino delgado, onde se faz mais intensamente a digestão dos carboidratos, as células intestinais secretam as enzimas maltase, frutase e lactase. Que degradam os dissacarídeos em glicose, frutose e galactose para serem absorvidos e levados para a corrente sangüínea. Frutose e galactose são convertidas em glicose e a glicose restante é convertida a glicogênio para reserva. O glicogênio é constantemente reconvertido a glicose de acordo com as necessidades de cada organismo.

Necessidades diárias:
 
As necessidades diárias situam-se em torno de 6 a 7g por quilo de peso, por dia. Em relação ao valor calórico total da dieta, cerca de 50 a 60% devem ser procedentes de carboidratos.


Fontes alimentares:

As fontes são: Pães, massas, melados, cereais, frutas, açúcar, doces, geléias, legumes, verduras, vegetais feculentos, hortaliças e leite.
Os alimentos refinados fornecem apenas calorias vazias, por isso devemos preferir os integrais que apresentam vitaminas, minerais e fibras.
 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Síntese Proteica
  Este vídeo demostra o processo de transcrição e tradução na sintese de uma proteina, de uma forma muito simples e clara.

Enzimas

 
Se púdessemos listar as classes de compostos existentes na natureza de acordo com
o fascínio que provocam, as ENZIMAS estariam, com certeza, dentre os principais da
lista. Mas o que faz dessas biomoléculas espécies tão incríveis e indispensáveis?
A manutenção de nossa vida depende da ocorrência ininterrupta de uma série de
reações químicas. Porém, a temperatura de aproximadamente 36oC e o pH próximo
da neutralidade (7,0), condições apresentadas pelo nosso organismo, não
são favoráveis ao desenvolimento de todas essas reações. Um exemplo: a digestão
das proteínas em aminoácidos é um processo que ocorre diariamente em
nosso trato digestório. Essa "quebra" de proteínas também ocorre
normalmente em laboratórios que desejam obter os aminoácidos em sua forma
livre. A diferença está no fato de que para conseguir romper as ligações peptídicas
fora do organismo humano, os cientistas precisam submeter as proteínas a
processos de fervura em meio ácido ou básico.


Poderíamos facilmente concluir: uma reação que, para acontecer,
precisa de fervura e condições extremas de pH não ocorrerá facilmente
no interior do organismo humano, onde a temperatura é muito mais
baixa e o pH nem sempre é o ideal para a ocorrência dessa reação... 
Mas ela acontece!!!
Será que existe algum mediador, algum mecanismo que acelere essas 

reações dentro do nosso organismo?
 
A resposta é SIM... As enzimas é que fazem esse papel, atuando como 
CATALISADORES BIOLÓGICOS!!!



Catalisadores são substâncias com a capacidade de acelerar reações químicas,
sem participar delas como reagentes. Ou seja: eles participam da reação, aumentam
sua velocidade, mas são recuperados inalterados ao final dela.
Na maioria das vezes, as velocidades das reações catalisadas por ezimas têm
um aumento da ordem de 106 a 1012 vezes em relação às velocidades das reações
não catalisadas.



O mecanismo “chave-fechadura”
 
Na catálise de uma reação química, as enzimas interagem com os substratos,
formando com eles, temporariamente, o chamado complexo enzima-substrato.
Na formação das estruturas secundária e terciária de uma enzima (não esqueça
que as enzimas são proteínas), acabam surgindo certos locais na molécula que
servirão de encaixe para o alojamento de um ou mais substratos, do mesmo modo
que uma chave se aloja na fechadura.
Esses locais de encaixe são chamados de sítio ativos e ficam na superfície da enzima.
Ao se encaixarem nos sítios ativos, os substratos ficam próximos um do outro e
podem reagir mais facilmente.
Assim que ocorre a reação química com os substratos, desfaz-se o complexo
enzima-substrato. Liberam-se os produtos e a enzima volta a atrair novos
substratos para a formação de outros complexos.